Palestra realizada no 18ª EDUCAR/EDUCADOR, ocorrido em maio de 2011, nas dependências do Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo – SP
“Novos Espaços Digitais Virtuais para a aprendizagem: como tornar a EaD mais interessante?”
agosto 25, 2011Publicações 2010 – Livros
janeiro 31, 2011Quem tiver interesse pode conferir as minhas publicaçõe em livros e capítulos de livro no ano de 2010.
Livros no Brasil:
“M-LEARNING E U-LEARNING: NOVAS PERSPECTIVAS DA APRENDIZAGEM MÓVEL E UBÍQUA” – autoria coletiva
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REFERÊNCIA:
SACCOL, A. Z. ; SCHLEMMER, E. ; BARBOSA, Jorge Luis Victória . M-learning e U-learning: Novas Perspectivas da Aprendizagem Móvel e Ubíqua. 1. ed. São Paulo: Pearson Education, 2010. v. 1. 192 p.
Capítulos em Livros no Brasil
Dos Ambientes Virtuais de Aprendizagem aos Espaços de Convivência Digitais Virtuais – ECODIS: O que se mantêm? O que se modificou?
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REFERÊNCIA:
SCHLEMMER, E. . Dos Ambientes Virtuais de Aprendizagem aos Espaços de Convivência Digitais Virtuais ECODIS: O que se mantêm? O que se modificou?. In: Carla Beatriz Valentini, Eliana Mariado Sacramento Soares. (Org.). E-book Aprendizagem em Ambientes Virtuais: compartilhando ideias e construindo cenários. 2 ed. Caxias do Sul: EDUCS, 2010, v. 2, p. 145-191.
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Inovações? Tecnológicas? Na educação
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REFERÊNCIA:
SCHLEMMER, E. . Inovações? Tecnológicas? Na educação. In: Danie Ribeiro Silva Mill, Nara Maria Pimentel. (Org.). Educação a Distância: desafios comtemporâneos. 1 ed. São Carlos: EDUFCar, 2010, v. 1, p. 71-90.
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Unisinos Virtual: Gestão e Inovações na Educação Online.
REFERÊNCIA:
SCHLEMMER, E. ; GARRIDO, Susane Martins Lopes . Unisinos Virtual: Gestão e Inovações na Educação Online. In: Lucia Girafa, Rose Carvalho e Patrícia Torres. (Org.). E-BOOK Ricesu: 10 anos de história da EAD nas IES católicas. 1 ed. Porto Alegre: EDUPUCRS, 2010, v. 1, p. 1-12.
Capítulos em Livros no exterior:
CORPORATE M-LEARNING: APPLICATIONS AND CHALLENGES - autoria coletiva
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REFERÊNCIA:
SACCOL, A. ; BARBOSA, Jorge Luis Victória ; SCHLEMMER, E. ; REINHARD, Nicolau . Corporate m-learning: applications and challenges. In: Retta Guy. (Org.). Mobile Learning: Pilot Projects and Initiatives. 1 ed. Santa Rosa – Califórnia: Informing Science Press, 2010, v. 1, p. 215-242.
Agir, interagir, viver e conviver na virtualidade real dos MDV3D. Como se sente o sujeito da aprendizagem?
junho 2, 2010Sabemos que cada vez mais temos a possibilidade de agir, interagir, viver e conviver na virtualidade real dos MDV3D, mas como se sente o sujeito da aprendizagem nesses espaços? O que se modifica? O que se mantêm? O que podemos compreender por “virtualidade real”? Gostaria muito de saber a sua opinião sobre isso.
Minha Presença Digital Virtual e o estar junto de forma digital virtual: quais são as potencialidades para os processos de ensino e de aprendizagem?
junho 1, 2010Pensando nos Metaveros o que você pode dizer sobre a presença digital virtual e o estar junto de forma digital virtual, possibilitada por essa tecnologia? Quais são as potencialidades para os processos de ensino e de aprendizagem?
Eu e meu avatar?
maio 30, 2010Tenho refletido muito, ultimamente, sobre o motivo pelo qual os blogs perderam um pouco do encantamento para mim, o que faz com que o meu interesse em estar por aqui tenha diminuido significativamente. Cheguei a algumas hipóteses temporárias… o fato de eu estar a quase 12 anos vivendo e convivência com as tecnologias de Metaverso, por meio das quais eu posso estar telepresente e também presente de forma digital virtual, por meio do meu avatar (minha identidade digital virtual – a Violet Ladybird), num AMBIENTE em 3D , cuja forma de comunicação, de interação, não ocorre somente por texto, mas também por voz, gesto e pela representação gráfica, um ambiente onde eu posso me deslocar, onde eu posso “ver”, posso “ser” e “estar” nesse mundo (que é de natureza digital virtual), por meio do meu avatar, num “estar junto” com outros avatares, que também se fazem presente nesse ambiente, faz com que eu me sinta pouco motivada a interagir num “espaço” que é predominantemente textual, de certa forma pouco dinâmico (principalmente se comparado aos Metaversos), onde eu não “vejo” e nem posso “estar com” os demais, onde para que eu possa interagir, preciso realizar uma postagem, que eu não tenho a mínima idéia de quando será lida, por quem, como será compreendida e muito menos que possibilidade de interação eu tenho com as pessoas que “passearam” pelo blog, pois não as “vejo”, não as “percebo”, não as “sinto”. Eu quero mais, quero caminhar, quero correr, quero voar, quero ver, quero falar, quero agir e interagir num processo de co-criação num “AMBIENTE” em 3D… e você?
É tarde… é tarde, muito tarde… ou seria muito cedo?
outubro 20, 2009Conforme comentei ao criar esse blog, “…estou me autorizando a experimentar algo diferente, a pensar diferente, a usar diferentes tecnologias digitais que estão a nossa disposição de uma forma não-convencional”. Portanto, dando continuidade a reflexão anteriormente iniciada “Educação a Distância na Educação Presencial!” convido a Luciana Backes e a Daiana Trein, autoras do artigo “A Biologia do Amor para uma Educação sem Distâncias”, apresentado no CIEAD -ABED 2009, em Fortaleza, para estarem conosco na discussão dessa semana.
Amplio o convite para todos aqueles que desejarem compartilhar conosco as suas percepções sobre a temática.

Luciana Backes e Daiana Trein no GP e-du
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Aguardem, está para acontecer:
“Chimarreando pelo Brasil com o GP e-du no Espaço de Convivência Digital Virtual ECODI-UNISINOS: por uma Educação sem distância”.
Educação a Distância na Educação Presencial!
outubro 16, 2009Já faz algum tempo que tenho refletido juntamente com meu grupo de Pesquisa GP e-du, (que para a minha felicidade congrega além de pesquisadores, também doutorandos, mestrandos, bolsistas de iniciação científica, estagiários, monitores e também alunos de outras universidades que participam em algumas das nossas reuniões de trabalho) sobre conceitos como: educação, distância, presença, … Essas nossas conversas, que ocorrem simultaneamente no espaço presencial físico e no espaço digital virtual (o que facilita a participação de pessoas de diferentes regiões do Brasil e também para além do nosso país) têm sido extremamente instigadoras, justamente pelas contribuições trazidas pelos diferentes sujeitos que participam do GP e-du. Esses colegas de grupo muitas vezes são alunos tanto na modalidade presencial física, quanto na modalidade presencial digital virtual (aqui eu trago dois conceitos: “presença física” e “presença digital virtual”, sobre os quais podemos discurtir durante as próximas postagens e comentários) e frequentemente comentam sobre como ocorrem os processos de ensino e de aprendizagem em ambos os contextos. Isso tem nos provocado bastante, principalmente porque temos percebido que não é raro encontrarmos “Educação a Distância” na Educação Presencial… e se analisarmos o que acontece muitas vezes em nossas “salas de aula” certamente concordaremos com isso.
Porque eu digo que temos muita “Educação a Distância” na Educação Presencial? Essa distância, que nesse caso leva crase, pois normalmente ela pode ser definida num intervalo de 2 a 20 passos, mais ou menos, (variando conforme o local geográfico que nos encontramos no espaço da “sala de aula” física) marca os nossos contextos educacionais de forma significativa. Essa distância de que falo, está vinculada a falta de “proximidade” entre os sujeitos que compartilham esse espaço físico da “sala de aula”, não falo de proximidade física, isso nós temos… pois, afinal, são somente alguns passos que nos separam, mas a proximidade que refiro aqui é a “proximidade relacional” (outro conceito?) que surge na interação, na relação que estabelecemos, no momento em que entendemos o outro como legítimo outro na interação, ou seja, na convivência, no estar junto em reflexão, em discussão. Essa “proximidade relacional” pode ser favorecida ou não, dependendo da forma como entendemos e desenvolvemos o processo educacional.
Muitas vezes, as nossas concepções epistemológicas, nos levam a dar um valor excessivo ao conteúdo, trazendo-o para o centro do processo educacional, minimizando, dessa forma, o espaço para a ação e interação dos sujeitos. Dessa forma, limitamos a sua participação, a manifestação da sua autonomia, da sua autoria, a discussão…, a possibilidade que o professor e os demais integrantes do processo teriam de escutar o sujeito para apartir do que ele conhece poder ajudá-lo no seu processo de aprender. A “opção” epistemológica que tem o conteúdo como centro do processo educativo favorece a manutenção da distância entre os sujeitos, ou pela questão do tempo, que é limitado, e, portanto quando é chegado o momento dos questionamentos e da discussão, o perído de aula terminou; ou porque durante a exposição do conteúdo os alunos não “prestaram atenção” (experimente tentar ficar atento a algo, mesmo sendo relacionado ao que você gosta, e anote quanto tempo leva para que a tua mente alcançasse outros vôos) e ai ao final da exposição quando você faz aquela clássica pergunta: “entenderam?” Surge um silêncio mortal, seguido de uma troca de olhares,… até que alguém, quem sabe, resolva dizer algo, antes que a ciclo seja reiniciado. Mas porque não há questionamentos, perguntas? Se o aluno não compreendeu porque ele não questionou? Muitas vezes, o sujeito nem sequer sabe o que questionar, por onde começar. Faltam muitos elementos para que ele consiga assimilar, acomodar a nova informação, relacionando-a com o conhecimento que possui, atribuir-lhe significado, de forma a adaptá-la, para que efetivamente se constitua numa aprendizagem. Nesse caso, uma maneira de trabalhar os conceitos de forma diferente, quem sabe subsidiado por metodologias problematizadoras, que possibilitam uma mediação pedagógica instigadora; alguns momentos de interação entre os colegas sobre a temática que está sendo trabalhada… tudo isso poderia faciliar, pois os sujeitos teriam a possibilidade de se colocar no processo, de estabelecer relações entre o que conhecem e o que os demais colegas conhecem sobre a temática, num processo de “intermediação pedagógica múltipla” (conceito apresentado por OKADA, 2007). Toda essa “dinâmica” poderia fornecer elementos para ajudar aqueles que no contexto anterior, tiveram problemas em compreender a exposição realizada pelo professor. Vejam bem que não estou negando a importância do conteúdo, somente estou problematizando o local que eles ocupam, nos diferentes contextos educacionais, independente de utilizarem ou não algum tipo de tecnologia digital virtual – TDV.
Observem que até o momento não falei em nenhum tipo específico de TDV, somente realizei algumas reflexões sobre o que ocorre em muitas situações na educação presencial físico. Fiz isso, justamente para problematizar o conceito de distância e, apartir disso instigar a discussão.
Vamos refletir mais um pouco… agora sobre as tecnologias digitais virtuais e sobre a forma como são utilizadas em contextos educacionais? Se essa visão de educação for utilizada num contexto tecnológico digital, teremos os mesmos problemas que hoje temos na educação presencial físico, ou seja, o problema da distância, mas não estou falando da “distância física” que separa geograficamente os sujeitos que participam desse processo, mas sim, continuo falando da distância vinculada a falta de “proximidade relacional”, provocada pelo distânciamento entre os sujeitos, distanciamento no sentido da falta de interação, do estar junto em reflexão, em discussão, da não efetivação de um espaço de convivência, o que vai continuar a existir, pois estaremos transferindo um modelo que já se mostra ineficiente para um outro meio, que nesse caso é o digital virtual. Então meus amigos, temos ou não EaD na educação presencial físico?
E, nesse caso, essa distância de que falamos, pode ocorrer tanto em processos formativos e de capacitação realizados na modalidade presencial física, quanto os realizados na modalidade, até então denominada, EaD, pois ela não se vincula ao meio, mas sim as concepções epistemológicas que perpassam a nossa ação educativa.
Em preparação para a continuidade da nossa discussão sugiro a leitura de um artigo apresentado no CIAED, em Fortaleza, produzido por duas integrantes do GP e-du: Luciana Backes e Daiana Trein.
Qualificação do projeto de dissertação da Daiana Trein na Ilha UNISINOS
outubro 15, 2009Realizamos ontem, dia 14/10, na Arena do Programa de Pós-Graduação em Educação da UNISINOS, construída na Ilha UNISINOS, no Second Life (espaço digital virtual) e também simultaneamente na Sala de Seminários 1 da Biblioteca da UNISINOS (espaço físico), mais uma qualificação de projeto de dissertação de mestrado do Programa de Pós-Graduação em Educação da UNISINOS, no contexto do GP e-du. O projeto da mestranda Daiana Trein que tem como título provisório: Educação Online em Metaverso: a mediação pedagógica por meio da telepresença via avatar em MDV3D foi apresentado e em seguida foi realizada a argüição pelos membros da banca: João Mattar e Luís Henrique Sommer.
Posso dizer que foi uma tarde com momentos de intensas trocas e aprendizagens mútuas.
Quem estiver curioso pode consultar mais informações no blog do João Mattar, que integrou a banca.
… e tudo continuou com uma viagem a minha terra natal, São Pedro do Sul, RS… voltando às origens…
outubro 15, 2009Dizem que a vida começa aos 40, há inclusive slogan sobre isso “40 anos isso é um começo”. Eu, como alguém que chegou aos 40 anos, estou começando a concordar com esse dito popular. É justamente hoje, no auge dos meus 40 anos que me autorizo a experimentar algo diferente, a pensar diferente, a usar diferentes tecnologias digitais que estão a nossa disposição de uma forma não-convencional…
Durante muito tempo agi dentro de um determinado “padrão” que se fundamenta em dicotomias, tais como: o institucional e o não institucional; o acadêmico e o não-acadêmico, o conhecimento científico e o senso comum; o profissional e o pessoal; e assim por diante. Poderia ficar horas aqui escrevendo sobre dicotomias importantes que fizeram parte da minha vida, mas que, gradativamente, por não fazerem mais nenhum sentido para mim, sofreram o apagamento das suas bordas, até serem subsumidas por uma visão integradora, complexa, sistêmica, uma visão onde diferentes mundos coexistem no nosso viver e conviver. Porque nós, seres humanos, fazemos questão de separar “coisas” que jamais poderiam estar separadas? Porque damos excessivo valor para “coisas” que realmente não passam de visões, opiniões, pontos de vista constituídos num paradigma dominante e cartesiano, positivista?
Quer algo mais belo e rico que a diferença? Quer algo mais emocionante do que o sentimento de se estar completamente perdido, ao dar-se conta que o mundo é muito maior do que podemos ver, imaginar? Do que estar aprendendo, construindo, mudando, se transformando com o outro e a partir do outro e também de nós mesmos, seres constantemente inacabados?
É por isso que, neste blog, vou compartilhar, por meio da representação textual, e também algumas vezes gráfica, com todos que desejarem estar aqui, comigo, o que hoje penso, sinto e a emoção que me move, (que me fez neste momento, pensar desta forma e decidir escrever este blog, exatamente desta forma, como estou realizando). Compartilhar meus sonhos, devaneios, as construções que mesclam compreensões teóricas, experiência de vida, senso comum e os sonhos, muitos sonhos – estes, no entanto, jamais impossíveis. É assim, que posso me apresentar e me representar agora, como um ser profundamente inacabado, inconcluso (para lembrar Paulo Freire) que se pensa, que realiza tomada de consciência (lembrando Jean Piaget) e se repensa nas relações e nos acoplamentos que realiza com os demais, no viver e conviver (não esquecendo também Humberto Maturana) em diferentes mundos.
Dessa forma, esse blog vai falar de teoria sim, mas de teoria experienciada, vivida, de forma leve, num movimento de imbricamento, a partir dos diferentes “eus” que representam a pessoa que sou hoje – a mulher, a mãe, a educadora, a pesquisadora… Vai falar da forma como me percebo, de como compreendo a teoria, a educação e o mundo, a partir do meu olhar enquanto observadora, construído na minha ontogenia, ou seja, na minha história de interações, nas construções que realizei, por meio do meu viver e conviver. Vai falar ainda dos meus sabores e dissabores, das minhas dúvidas temporárias e também das minhas certezas, mesmo que provisórias, para lembrar neste dia dos professores, da minha amiga e eterna orientadora Léa da Cruz Fagundes, na qual me inspiro para conseguir ser uma educadora-pesquisadora deste tempo histórico-social.
Essa é a forma que encontrei de me colocar neste espaço, neste momento e também de fazer uma homenagem a todos os professores que verdadeiramente se sentem educadores, comprometidos com a vida, com o desenvolvimento humano e com o mundo que desejamos e que podemos construir.
Lembro-me, neste momento, com saudades, de grandes educadores que fizeram parte do meu desenvolvimento e que contribuíram para que eu me constituísse no ser humano que sou hoje… meus pais, que também são professores, a irmã Cecília do Jardim de Infância; a minha professora da primeira série do primário: Lory Reckziegel; alguns professores e professoras do ginásio e do magistério: Noely Pastro Signorini, Egedir D’ Agostini, Hélio e Valéria Barbieri, Greusa Dalmolin, Sílvia Zucchi, Ivete Felberg; alguns professores e professoras da graduação: Maria Adélia, Nara, Elenara, Celso, Vera, Pe. Mallmann, Pe. Sebaldo, Fernando Osório; alguns professores do mestrado e do doutorado: Tânia Sperb, Piccinini, Fernando Becker, Liane Tarouco… e tantos outros que deixaram suas marcas na minha formação.
Recordo ainda, alguns colegas, amigos professores e amigas professoras: Kátia Sassi, Lia Bergamo, Flávia Madche, Themis Fagundes, Soraia Musse, Amarolinda Saccol, Jorge Barbosa, João Bittencourt, Marco Silva, João Mattar, André Genesini, Carla Valentini, Lída Mancia, Gilberto Faggion, Charles Lang, Alex Primo, Suely Fragoso, Jairo Ferreira, Susane Garrido, Sandro Rigo, Gustavo Fisher, Marly Mallmann, Sônia Daudt, Anete Pessini, Emi Saft, Elvira Hoffmann, Marita Redin, Euclides Redin, Áttico Chassot, Egídio Kreutz, Cecilia Osowski, Egído Schimitz, Clarice Traversini, Jaime Zitkoski, Cleoni Barbosa, Cecilia Broilo, Cecília Fischer, Janira Aparecida da Silva, Celso Cândido, Francisco Botelho, Patrícia Behar, Débora Laurino, Ana Vilma Tijiboy, Daniel Queiroz Lopes, Ítalo Dutra, Júlio Nietski, Débora Dalbosco Dell’Aglio, Mára Lúcia F. Carneiro, Marcus Basso, Rosane Aragón de Nevado, Trazíbulo Casas, … e, também os meus parceiros educadores do PPG em Educação, com os quais convivo diariamente e respiro educação: Beatriz, Berenice, Flávia, Rosane, Ike, Mabel, Mari, Maura, Ely, Gelsa, Danilo, Maria Clara, Edla e Rute.

Aquela foto do nosso planejamento, lembram????
Contudo, principalmente no dia de hoje, lembro da minha querida orientadora de mestrado e de doutorado Léa da Cruz Fagundes e de professores, dos quais faço questão de ser eternamente “aluna”: meus orientandos de doutorado, de mestrado, bolsistas de iniciação científica, estagiários, monitores e alunos da graduação…

Turma boa essa do GP e-du!
… e, em especial, a minha filha Emanuele, com a qual realizo as melhores, as mais belas, duras e doces aprendizagens.

O minha eterna e doce professora…
Todas essas pessoas, e tantas outras que não citei, contribuíram e contribuem para o meu desenvolvimento. Parece despedida!!!! Não, não estou me despedindo, esta é a forma que encontrei de me apresentar e de homenagear neste dia dos professores todos aqueles que se sentem verdadeiramente educadores e que amam esta profissão.
Assim, é neste imbricamento, nesta mistura de “eus”, entre Elianes e Violets, que me constituo enquanto verdadeiro sujeito híbrido-nômade e em constante transformação.
Um Feliz dia dos Professores para todos

No mundo virtual também convivemos



