Agir, interagir, viver e conviver na virtualidade real dos MDV3D. Como se sente o sujeito da aprendizagem?

Sabemos que cada vez mais temos a possibilidade de agir, interagir, viver e conviver na virtualidade real dos MDV3D, mas como se sente o sujeito da aprendizagem nesses espaços? O que se modifica? O que se mantêm? O que podemos compreender por “virtualidade real”? Gostaria muito de saber a sua opinião sobre isso.

2 Respostas para “Agir, interagir, viver e conviver na virtualidade real dos MDV3D. Como se sente o sujeito da aprendizagem?”

  1. lolobasualdo Disse:

    Hablar sobre este tema se parece a contar como creemos que nos ira en una cita con una chica hermosa… podemos aventurar algo, no mucho mas que eso. Pero creo que una de las claves de eta historia es saber donde estamos parados en cada momento de nuestras vidas… en el mundo fisico aprovechar al maximo lo que podemos captar del contacto directo con otras personas. En medios digitales esta bueno abandonarse a esa zambullida… esa inmersion…
    No podemos decir fisico o digital… es mejor afirmar fisico Y digital… y abandonarse al maximo en cada uno de los lugares que nos toque estar.

  2. cintiaf12 Disse:

    Trata-se de ambiente novo, o que causa insegurança e perplexidade.
    Não é possível se sentir seguro quando se está convivendo de maneira síncrona com outras pessoas e não se domina a tecnologia que rege tal convivência.
    Outra questão relevante é o fato de se estar convivendo dentro de uma realidade virtual que muitas vezes pode ser distinta da realidade não virtual, em que pese que nos dois ambientes as realidades podem ter graus de virtualidade, melhor dizendo, muitas vezes a realidade do mundo real, também decorre da imaginação daquele que a verte em linguagem, fazendo parte da imaginação do emissor e não dos fatos concretos do mundo real, sendo assim, ambas as verdades real e virtual, podem ser relativas, de qualquer forma, no mundo virtual a possibilidade de simulação é muito maior, pois não contamos com o ser físico, o que deve ser considerado quando da análise de efetivação da aprendizagem.

    Cintia Fernandes.

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